segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Na'vi

Aos que não sabem: Sou louco por filmes e cinema. Adoro a sensação de estar no cinema; adoro olhar ao meu redor - durante o filme -, e observar as pessoas centradas a uma tela, acho espetacular. Quando assisto aos filmes, faço minhas avaliações, geralmente as guardo pra mim ou divido com alguém de forma suave, mas hoje resolvi soltar o verbo sobre um filme que eu estava ansioso pra assistir (qual não fico?): Avatar. Me apaixonei por Avatar quando comecei a ler sobre e vi que o diretor seria James Cameron. Quem não é louco por James Cameron? Digo, quem não é apaixonado por Titanic? Exterminador do futuro e outros mais clássicos da ficção científica? Foi ele quem os dirigiu e produziu. Isso chega a me dar prazer. E foi isso o que aconteceu enquanto eu assistia Avatar, eu me vi entrando em desespero, êxtase, emocionado, me senti ansioso pra saber do filme... E essa é a melhor sensação pra quem é apaixonado por filmes, afinal há certos filmes que você já sabe como começa, se desenrola e acaba, e isso, definitivamente, não rola. Avatar conseguiu me prender durante duas horas e quarenta minutos, de uma forma que eu poderia ficar muito mais horas acompanhando a história ou tentando me aquietar para descobrir o depois do final. Esses bonecos azuis me iludiram e agora eu estou numa puta vontade de ter o meu avatar e conhecer Pandora, entrar em contato com a magia da natureza e dizer: "Eu vim de um mundo onde não há mais árvores, pois nós destruimos a mãe natureza." Fiquem com o vídeo que o Maurício Saldanha fez ao terminar de assistir o filme (Ele sempre faz isso, é só acessar ao site: http://cabinecelular.com.br/). Ele diz muito do que eu sinto e essa profundidade toda que ele fala, é a que eu encontrei assistindo ao filme.



domingo, 13 de dezembro de 2009

Tô com uma dor tremenda no peito, sinto falta de uma pessoa. Me sinto vazio, quebrado. Preciso a encontrar, conversar... Só queria sabe quem é ela. Isso me toma conta todo final de semana, geralmente um dia após eu ter saído.
É algo como: Cansei!!! Cadê você?

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

o doce só é doce por causa do amargo

- Existe uma nuvem ao meu redor, ela é escura e me deixa mal. Ataca quando eu estou sozinho, pois assim estou desprotegido. Por mais que eu tente, ela insiste em ficar. Eu já quis mudá-la, sabe? Não faço questão que ela vá embora, mas que ela deixe de ser ruim. Quem sabe ela se torna uma nuvem branca e com vibrações positivas? Também não quero um sol ofuscante. Saindo o escuro e maligno da minha vida, estarei bem resolvido. - Eu confessei.
- Como é formada uma nuvem??? - Perguntou ela.
- A partir do ar? Quero dizer, do ambiente? Condensação ou evaporação da água no ar, seja ele úmido ou resfriado? Não estou entendendo... Onde você quer chegar? - Respondi.
- Seja pelas condições climáticas, temperatura ou qualquer outro aspecto, as nuvens são constituidas por um conjunto de fatores. A forma e cor da nuvem depende da intensidade e da cor da luz que ela recebe. Uma vez formada, a nuvem poderá evoluir, crescendo ou se dissipando. - Completou ela.
- Você tá querendo dizer que fui eu quem a criei? - Perguntei, me sentindo culpado.
- Ah! Em outras ocasiões uma nuvem pode surgir quando uma certa massa de ar é forçada a deslocar-se para cima acompanhando o relevo do terreno. - Completou, mais uma vez.
- Mais uma, né? Com todas as minhas forças joguei meus sentimentos, minhas angústias e dramas. Agora ela está aqui, formada em minha cabeça, me deixando assim... - Tentei explicar-lhe o entendido.
- Assim como? Mal? Parou! Faça o seguinte: Olhe para o céu - AGORA -, procure a nuvem mais próxima e tente acompanhá-la por 30 minutos. Volte para me dizer se nuvens são assim, duradouras, para nos deixar mal ou se são passageiras. - Finalizou ela.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Culpa

No meu primeiro dia de estágio (hoje), uma das meninas entregou para todos um texto - "Nota de Falecimento" -, que falava sobre mudanças. E ao ler, lembrei-me desse post que fiz a um tempo:
http://oaagra.blogspot.com/2009/07/tudo-o-que-acontece-na-sua-vida-e-culpa.html
E eu repito: tudo que acontece na sua vida, é culpa sua.
Mas ao contrário do post passado, eu mudo: a culpa é minha, meu caro. eu que quis me vencer. estar feliz. aqui estou: feliz... por tanta coisa.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

yes, I créu!

Dizem que sonhar é ótimo, mas eu prefiro realizar. Esse lance de viver em um mundo de ilusões, ou levando ao pé da letra: dormir e sonhar com um futuro lindo, rico e brilhante... Não existe. Eu acredito no despertar e agir. Tenho sonhos sim - vários -, mas também forças para alcançá-los ou dizer: EU TENTO. Eu sonho com coisas absurdas ao mundo que vivo hoje, mas o projeto e realizo desde já, começando com pequenas, claro. Sabe aquela: "Eu sonho com um mundo de paz e o fim da guerra?" (Ok, clichê!) Sem interpretar à risca, o que eu entendo de guerra são os conflitos que acontecem no mundo, não necessariamente um país atacando o outro com fortes armamentos. Acredito que conflitos são necessários. Assim chegamos à (...). O que eu quero é paz. sim, quero. E faço a minha parte: Vivo em paz e acreditando no meu bem. Pois eu o produzo e assim avanço, me realizando...

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

o coração tem razões que a própria razão desconhece


Razão afasta, sentimento une... Razão parece ser rabugenta, feia e grande como o Shrek, o sentimento, puro e indefeso como a Princesa Fiona. Aqui é preciso dizer que razão e sentimento podem caminhar para lados opostos, mas que sentimento é uma razão. Porém é necessário entender os diferentes lados da mesma. Também podendo ser entendida como sentimento - emoção -, a razão nasce com o homem e em sua vida ele a desenvolve e exerce. O homem limitando-se apenas a se camuflar por entre seus "motivos", não se dispõe a enxergar a capacidade de pensar e expor sua autenticidade. Talvez por medo, ou preconceito, ele a desconheça e qualifique tal como uma pessoa julga um desconhecido por sua aparência, assim é preciso conhecer a essência e a verdade que pode, de forma abusada, ser compartilhada.
Você é do tipo que usa a razão ou a razão?

sábado, 17 de outubro de 2009

o lance é ela...



Hoje eu decidi escrever sobre algo que é bem presente na minha vida, posso dizer que em vários melhoresmomentos dela. Escrever de uma forma em que meus amigos, com certeza, irão me zoar, se forem os leitores. Afinal é sempre assim quando falo dela. Sabe aquela bandinha, a qual ninguém dava valor, que com o tempo foi ganhando espaço, superando erros - digo: aprendendo -, foi crescendo? Hoje não se fala mais nela como a banda dos meninos que enchiam de esperanças as menininhas nas festas de 15 anos. Hoje se fala da BANDA. A banda que se escuta, até se sente, em diversos lugares, que já conquistou os Alagoanos e chegou até o RIO DE JANEIRO e breve conquistará o mundo. Sim. O mundo, nem que seja o mundo do axé... Um fato recente, e muito comemorado, é o NOSSO Vale Night, aquela música nova do Asa de Águia, uma banda grande que já conquistou o mundo todo, mas poucos sabem a origem desse presente-futuro sucesso que tá rolando por ai. Foi da BANDA, sabiam? É! Aquela bandinha que esteve sempre ali, todos os domingos no maikai, com seu público fiel, que a acompanhava por onde fosse. O que me chateia, sendo quem sou - o todo chato -, é que sempre foi aquela bandinha de esquerda, assim algumas pessoas se referiam, mas que hoje, no topo do sucesso, ou beirando ele, todos amam e a admiram. Isso não é ruim, finalmente estão a reconhecendo. É bom conseguir tocar as pessoas e passar a dar valor a coisas que sempre estiveram perto da gente. Acho que passaria um tempo grande dizendo o quanto a música, a emoção conseguiu me tocar em todo tempo que 'acompanhei' ela, a banda. Poderia até pedir desculpas à banda por certas opiniões que já expressei, que foram mal expressadas, por conclusões que já tirei, algum constrangimento que causei, algo chato que fiz... Mas... Além de orgulhoso, não me arrependo do que fiz. O que falei, critiquei, indiquei foi para o crescimento. Minhas palavras são brutas, certas vezes, mas são de um grande coração e é fato que uma palavra muda muita coisa. Devemos aprender que criticas são opiniões, devem ser respeitadas. Se discordadas devem ser discutidas. Não deletadas. Vamos a alguns fatos, falando de mim agora. Eu me apeguei fácil a essa banda, ainda mais, quando comecei a me relacionar com outros fãs na comunidade dela. Entrava fácil-fácil, todos os dias. Confesso que era um vício danado. Me divertia muito, em cima de tudo, até das brigas idiotas e escrotas, o que pra mim não pode deixar de acontecer, afinal opiniões são diferentes e precisam ser conflituosas, ninguém pode concordar sempre com aquilo, é necessário haver essas diferenças pra chegar em algo. Hoje não sou mais frequentador de tal, pois não me vejo mais lá, visto que uma série de novosseguidores se fazem presente. Mas isso não indica que a abandonei, apenas cansei de ver algumas coisas. (Olho sempre escondido!). O que eu não posso deixar de pontuar ao redigir palavras sobre essa BANDA é: Identidade. Sempre houve isso, sempre foi aquele "levantem o copo e façam um brinde", lances que dão identidade a uma banda e que eu não consigo enxergar em nenhuma outra. Eu digo, de coração, que tenho orgulho de GOSTAR dessa banda, de me emocionar com ela - e não foram poucas as vezes -, de me divertir e de defende-la até o fim, que é o que faço todo dia na faculdade. Não me canso e não me cansarei de dizer que é a preferida da minha vida, mesmo que existam outras, mas se tratando de local, futuramente brasileira, é ÚNICA. Eu só peço a banda - como um todo, não voltando-se a um integrante ou outro, pois existe nela uma família e sem hipocrisias, sei que há uma relação exclusiva ali, que apesar do que penso financeiramente falando - para nunca esquecerem da união, da essência, do que vos faz estar presentes e seguindo em frente (Esperam que eu diga DEUS aqui? Não, não acredito. Se acreditam, leiam Ele), seja o que for, vocês, nós, os ouvintes-fãs-espectadores, não permitam que ISSO acabe. Não deixem a música acabar, a alegria, o carinho... Cuidem dessa família, que eu posso dizer que faço parte. Se alguém disser que aquela música não é boa e não vai fazer sucesso, não importa. O lance é tocar as pessoas, deixar em aberto a interpretação de cada um em cima dela... é se permitir, é ser mais "vocês". Aos que se fazem presentes nessa banda, que agora chamo de família, desde o cara que carrega os fios da guitarra até o cara que canta e encanta, o meu OBRIGADO. Pela música, família, momentos, permissão... Que seja através de um Vale Night ou de um AGORA SOU MAIS EU, que seja beirando as bandas de grande sucesso, que essa família domine o mundo ou continue onde está, pois de um jeito ou de outro, sempre deixará diversas pessoas em um super estado de alegria. Baseem-se nas conquistas até agora e muito axé pra todos nós.


ps: É fato que esqueci de alguma coisa. Não tem problemas, terão outros...

ps²: fiz um refrão de uma música, inspirada nos fãs da cannibal:

O meu amor é seu, Cannibal
E será sempre assim oh-oh-oh
De alma e coração te considero
Sou Cannibal até o fim....

Ps³: as pessoas e amigos, que com certeza irão falar palavras como: bajulação, bajulação e bajulação (lê-se: sinônimos), fica aqui o meu: SUCK MY DICK, MOTHERFUCKERS!!!

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Doce, doce...



Não pretendo classificar ou interpretar essa canção. É fácil de escutar e cantar. Marcelo diz muito nessa música. Usa minhas palavras, é incrível!!! Eu gostaria de juntar Doce Solidão e Liberdade, elas expressariam um todo que se passa aqui. agora. Podia ter um pouco de Janta, também, mas bem pouco. Afinal "Eu quis te conhecer, mas tenho que aceitar... Eu quis te convencer, mas chega de insistir..."

'arrevuá'